15 de ago. de 2013

Crítica: Percy Jackson é "Harry Potter genérico".

Igualmente baseado na série de livros criados pelo americano Rick Riordan (que ainda incluem mais três volumes), o segundo Percy Jackson chama a atenção pela extrema similaridade com um grande personagem também saído da literatura infanto-juvenil: Harry Potter. Quando escrevi sobre o primeiro filme apontei as fantásticas coincidências. Mas isso não é nenhum mérito, pois de fato o autor é exaustivamente acusado de plagiar a escritora britânica JK Rowling e sua criação.

Tudo é idêntico, desde os personagens até as situações. Obviamente trocando magos e feitiçaria, pela magia e poderes dos Deuses do Olimpo. Nesse segundo exemplar ganhamos até mesmo um carro voador alucinado, que realiza peripécias tanto no mundo encantado quanto no território dos humanos. Outro fato que apontava, era a qualidade não tão boa dos protagonistas no filme original. A brilhante ideia do trio principal é: conseguir o manto mágico, que tem como poderes restaurar e curar tudo o que entra em contato. O problema: para isso precisam atravessar o Mar de Monstros, conhecido pelos humanos como Triângulo das Bermudas, e retirar o manto dos cuidados de outro feroz ciclope.  Percy também ganha um meio irmão nesse filme, justamente um ciclope, vivido Douglas Smith (da série Amor Imenso). Quem também volta é o vilãozinho Luke, vivido por Jake Abel (Eu Sou o Número Quatro), de quem ninguém irá lembrar.

 O ator Logan Lerman disse em uma entrevista  que não leria uma crítica de Percy Jackson. Acrescentou, dizendo que existem filmes que devem ser criticados e outros que são apenas entretenimento, são apenas diversão. [Percy Jackson] é um filme pipoca e deve ser muito difícil criticá-lo se você não é uma criança de 10 anos.

Fonte: Cinepop

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